A intoxicação alimentar é um dos perigos que ronda passeios em ambientes como piscina, praia e cachoeira. Locais como esses, com clima mais quente e úmido, favorecem a proliferação de microorganismos e contribui para que os alimentos estraguem, principalmente durante o verão. Quando a refeição é feita fora de casa, os cuidados devem ser redobrados.
De acordo com a nutricionista clínica Ana Paula Fidélis, as principais características de uma pessoa com intoxicação alimentar são náuseas, vômitos, diarréia, cólicas intestinais, mal estar, fraqueza, dor de cabeça e calafrios. Alguns sintomas como inflamação, vermelhidão e febre são específicos a cada microorganismo.
A intoxicação alimentar é uma doença infecciosa, que através de microorganismos contamina alimentos que podem ser consumidos por crianças pequenas, idosos ou pessoas com imunidade comprometida, como gestantes. A bactéria mais conhecida é a salmonela, frequentemente encontrada em ovos, leite e carnes, especialmente frango. A nutricionista salienta que agentes parasitários que estão presentes nas fezes de animais e homens, também são transmitidos pela má higienização das mãos, principalmente depois de ir ao banheiro, por contaminação cruzada ou pela água e solo.
Para não irritar mais o estômago, se a intoxicação já estiver instalada no organismo, deve-se manter uma alimentação leve, com muita água, evitando alimentos com gordura, pimenta, condimentos em geral e queijos gordurosos. Ana Paula ressalta a importância de consumir os alimentos certos nesses locais. “É melhor consumir frutas, saladas de frutas, picolé de frutas, água de coco e se for consumir algum salgado prefira sempre os assados. Para qualquer alimento que for comprar, preste atenção ao odor e característica do produto. Se perceber algo estranho é melhor não comer”.
Dicas de Ana Paula Fidélis na hora de comprar os alimentos:
1ª linguiçaria autorizada em Manhuaçu
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